Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

“Não existem opiniões anónimas”, defendeu Augusto Santos Silva na cerimónia de encerramento do VI SOPCOM e II Congresso Ibérico

O Ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, encerrou o VI SOPCOM e o IV Congresso Ibérico, colocando o ponto final numa maratona de quatro dias de discussão de resultados científicos na área das Ciências da Comunicação, que se iniciou dia 13, na Universidade Lusófona, com o VIII LUSOCOM.

 

Os três congressos e o II Colóquio Portugal-Brasil reuniram cerca de 600 investigadores da área das Ciências da Comunicação, maioritariamente portugueses, brasileiros e espanhóis.


O último dia do encontro ficou marcado pela conferência de encerramento proferida por Homi K. Bhabha, teórico da comunicação e professor na Universidade de Harvard. A cerimónia de encerramento foi presidida por Moisés de Lemos Martins, presidente do SOPCOM, José Bragança de Miranda, da Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação (ULHT) e por Manuel José Damásio, da Universidade Lusófona.


 

 

Na cerimónia de encerramento dos congressos, o ministro dos Assuntos Parlamentares destacou a importância destes encontros para a reflexão dos investigadores na área das Ciências da Comunicação. Augusto Santos Silva realçou a importância que os jornalistas devem dar às questões éticas. Para o ministro, além de ser imparcial, o jornalista deve estar pronto a receber “de bom grado” o processo de escrutínio a que a sua profissão o sujeita.

 

Segundo Santos Silva, um bom profissional que trabalhe na área da investigação, como é o caso do jornalista, deve ter um cuidado especial com as metodologias a que recorre. “É importante haver uma separação entre opinião e factos”, defendeu. Argumentou ainda que, embora as fontes anónimas sejam muito úteis para uma investigação, "não existem opiniões anónimas".


 


O ministro saiu da sala com o compromisso de levar ao primeiro-ministro português, José Sócrates, as reivindicações de Moisés de Lemos Martins, que se focaram na maior atenção que deve ser dada ao campo da Ciências da Comunicação.

Expectativas superadas

Cláudia Álvares, coordenadora da Comissão Organizadora dos Congressos, mostrou-se muito satisfeita com os resultados. Para a investigadora da Universidade Lusófona, a presença de Augusto Santos Silva na sessão de encerramento marcou a relevância das questões éticas e deontológicas defendidas ao longo dos quatro dias de congressos. "A participação muito elevada dos convidados nacionais e estrangeiros foram um contributo muito importante para o sucesso do encontro", referiu. No que diz respeito ao balanço final dos quatro dias, considerou que as conferências "superaram as expectativas".

 

[CL]

publicado por sopcom2009 às 23:02
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Direitos a quem respeitar as "diferenças que existem entre nós", defendeu Homi Bhabha

 

Homi Bhabha, professor de literatura Norte-Americana e Inglesa na Universidade de Harward, iniciou o seu discurso declarando-se orgulhoso por “encerrar este congresso filosófico”. O professor, notável teórico pós-colonialista de origem indiana, defendeu a importância da democracia, mas assumiu a sua fragilidade, afirmando que “as minorias estão à margem da sociedade”.

 

     

Por outro lado, no que diz respeito às grandes catástrofes mundiais, Homi Bhabha afirma que “estamos eticamente comprometidos, quando dizemos, a seguir a cada momento de crise, que ‘não se repetirá’. E, dando como exemplo o Holocausto, o teórico afirmou que “se acreditarmos por um minuto que as novas regras não permitirão que volte a acontecer, sem colocarmos a hipótese de que pode mesmo voltar a acontecer, estamos perdidos”. Homi Bhabha concluiu que “todos temos o direito de ter direitos” se respeitarmos as “diferenças que existem entre nós”.

 

 

Bhabha estava acompanhado por Cláudia Álvares, da Universidade Lusófona, uma das principais organzadoras dos Congressos, e que considera a obra de Homi Bhabha como "central para o pensamento contemporâneo".

[IF e PR]

publicado por sopcom2009 às 22:56
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Made in Lusófona

Agora que os congressos acolhidos pela Lusófona chegam ao fim é justo e necessário destacar a vasta equipa que, ao longo dos quatro dias, na sua maioria sacrificando as Férias da Páscoa, foi incansável a troco de uma experiência enriquecedora: alimentar o blogue criado por Timóteo Rodrigues.

Todos os textos das sessões plenárias e temáticas foram redigidos por seis alunos da Licenciatura em Comunicação e Jornalismo, que também fotografaram as sessões temáticas que cobriram: Ana Filipa Cordeiro, Edi Hernandez, Irina Freitas, Rui Joaquim e Silvana Veiga (alunos do 2º ano) e Paulo Rosa (do 1º ano), sob coordenação e edição da jornalista Carla Rodrigues Cardoso, coordenadora pedagógica do curso e pessoa responsável por manter a moral do grupo de trabalho em alta.

As reportagens vídeo foram elaboradas por alunos do 3º ano do Ramo de Jornalismo da Licenciatura em Ciências da Comunicação e da Cultura, coordenados por Sara Pina, da Universidade Lusófona: Alexandra Fundo, Ana Faria, Cheila Dias, Chrystian Lima, Elcy Paiva, Fábio Cruz, Filipa Garcia , Flávio Silva, Guilherme Ramos, Inês Rodrigues, Íris Martins, Joana Domingues, Joana Gonçalves, Katya Aragão, Leonel Gomes, Marta Gonçalves, Simão Martins, Soraya Santos, Susana Fernandes, Tiago Abreu e Vânia Negrão.

Sob a coordenação de Filipe Roque do Vale, trabalharam todos os alunos (esmagadoramente da Licenciatura em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia), que fotografaram as sessões plenárias, asseguraram as filmagens e a edição das reportagens vídeo que foram inseridas no blogue: Ágata Silveira, Ana Cabaça, André Inácio, André Pereira, António Botelho, Diana Silva, Filipe Mendonça, Filipe Palha, Francisca Marvão, Francisco Pimenta, Henrique Bagulho, Joana Santos, João Aguiar, João Azevedo, João Farinha, João Rendeiro, João Zacarias, Leandro Ferrão, Luis Lobo, Marco Almeida, Marcos Florêncio, Maria João Gonçalves, Mariana Cruz, Nelson Castro, Pedro Lourenço, Selma Lopes, Sofia Robert, Wilson Pereira.


No último dia, na loucura do fecho, é também necessário reconhecer a ajuda de Sara Henriques, investigadora do CICANT, que também contribuiu de forma essencial para a criação das Actas dos Congressos e o Livro de Resumos.

Falta referir Daniel Cardoso, também investigador do CICANT, que partilhou as tarefas de coordenação e edição do blogue e alimentou o Twitter com Carla Rodrigues Cardoso. Poço infindável de competência a todos os níveis, conciliando mil e uma tarefas relacionadas com os congressos, sem ele teria sido impossível pôr de pé os dois projectos.

Uma última palavra para Manuel José Damásio, co-coordenador dos Congressos, que idealizou os projectos e escolheu a equipa para os gerir com total liberdade.

[CRC]

publicado por sopcom2009 às 22:55
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Ciência Forense ou “Super-Ciência”?

A quinta sessão da SOPCOM de “Comunicação e Ciência”, foi moderada por Anabela Carvalho e Fernando Cascais, e contou com a análise de Filipe Santos, vindo da Universidade de Coimbra, aos casos Maddie e Joana, e como eles foram retratados nos media.

 

Este estudo baseou-se na recolha de artigos publicados que continham referências relevantes à ciência forense dos referidos casos, tendo como base o jornal Correio da Manhã. O objectivo foi demonstrar que “as narrativas da imprensa popular em torno da genética forense são susceptíveis de produzir impactos ao nível da compreensão pública da ciência” e que “a pouca informação acerca da realidade concreta dos técnicos forenses em Portugal é disseminada”.

 

Baseando-se na cultura mediática popular, Filipe Santos referiu a série "CSI - Crime Sob Investigação", que “nos EUA tem sido apontada como responsável por percepções distorcidas da ciência forense no mundo real”.

 

[SV]

publicado por sopcom2009 às 22:54
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Para uma Superação dos Media de Massas: Os Media de Rede

“Um dia tudo será apenas informação entre fortalezas e condomínios privados. Hoje, vivemos um tempo fora do tempo e um espaço que tudo envolve: a mensagem são os meios”, afirmou Fernando Ilharco, da Universidade Católica, na abertura da sessão plenária sobre “Sociedade dos Media”, moderada por José Gomes Pinto, da Universidade Lusófona.

 


António Fidalgo, da Universidade da Beira Interior, debateu o tema “Informação no Telemóvel”. Em 2020, assegurou, o telemóvel será o dispositivo primário de acesso à Internet. A utilização da Internet ultrapassará a tiragem da imprensa e as audiências da televisão já no próximo ano.

O processo de diferenciação nos media modernos foi a temática defendida por António Machuco Rosa. Do século XVII ao século XIX, e com o advento da expressão do movimento social na consolidação da posição da imprensa, deu-se uma acentuação desse processo. Nos dias que correm, a emissão e recepção de dados informativos é feita rapidamente através da internet, telemóveis, desaparecendo assim os processos mais tradicionais da informação.

 

Com esta nova atitude dos media participativos, todas as pessoas podem aspirar a uma posição diferenciadora que consiste na comunicação progressiva. Para além da Comunicação em massa, actualmente discutida, assistimos à evolução de uma Comunicação em rede. YouTube, ligações peer-to-peer, iPod, e muitos outros ícones da cultura tecnológica, foram os elementos discutidos por Gustavo Cardoso. O investigador apresentou o seu trabalho de forma extremamente dinâmica e pouco usual, recorrendo a música e efeitos visuais para assim conseguir um impacto que a audiência sentiu claramente.

 

Um dos dados que mais se salientou ao longo da sessão é a constante transformação e adaptação dos novos media, tendo como ponto fundamental a Internet. E neste meio, como noutros, não se pode ignorar a importância da publicidade, a sua capacidade de influenciar atitudes e comportamentos.

 

Uma outra conclusão vinda da pesquisa mais recente foi a de que se deve ultrapassar o conceito de media de massas. Os media actuais funcionam em rede. Interactividade, imagens em movimento, dinâmica e acessibilidade são algumas palavras de ordem destes novos paradigmas comunicacionais.

[AFC e EH]

publicado por sopcom2009 às 22:29
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Novas formas de Comunidade

O Auditório Agostinho da Silva foi palco da quinta sessão sobre “Comunicação Audiovisual e Multimédia” do VI Sopcom, em que Sara Henriques e Carlos Poupa, da Universidade Lusófona, apresentaram o projecto Mediacult, centrado no estudo das comunidades online. A temática coordenada por Óscar Mealha teve igualmente as participações de Kárita Francisco, da Universidade Nova de Lisboa, Ricardo Nunes, do IPS, Teresa de la Hera, da Universidade de Compustela e Dolors Sampio, da Universidade de Valência.

 



Sara Henriques, que pertence ao Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT) da Universidade Lusófona, fez uma abordagem inicial do estudo, expressando o objectivo de tentar “compreender o potencial da Internet para gerar comunidades”, bem como de perceber de que forma “o uso de novas ferramentas pode conduzir ao aumento de capital social” destas comunidades virtuais.

Carlos Poupa falou de algumas das definições tradicionais de comunidade, defendendo o conceito em que “comunidade é o conjunto de actividades a que se propõe realizar”. Desmistificando a ideia de nos focarmos na tecnologia para definir uma comunidade, trazendo para o centro da análise o conceito de actividade.

Ricardo Nunes, actualmente a desenvolver um estudo sobre as plataformas online da RTP e TVE, deu especial destaque ao não cumprimento “de um serviço público de Internet orientado para a cidadania” de ambos os operadores, e, referindo-se ao sítio da RTP criticou a “ausência de uma marca cultural identitária do país”.

Sobre o uso dos telemóveis por crianças, Kárita Francisco referiu que “na vida quotidiana das famílias o telemóvel constitui uma linha de segurança entre a criança e os pais”.

Teresa de La Hera nomeou as características muito próprias dos videojogos publicitários, considerando que “se dermos muita liberdade ao jogador, perdemos o controlo do objectivo que ambicionámos na campanha publicitária.

Dolors Sampio fez algumas comparações entre a reportagem tradicional e a reportagem multimédia, sendo que acredita que “o uso de recursos multimédia, hipertextuais e interactivos” são as principais marcas do segundo género.

[PR]

publicado por sopcom2009 às 22:19
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Compreender a diversidade humana

Augusto Deodato Guerreiro, da Universidade Lusófona, foi o primeiro orador da segunda sessão temática de “Teorias da Comunicação” do LUSOCOM. O investigador abordou o tema “da mobilidade e acessibilidade de todas as pessoas à informação e à cultura”, explorando a problemática dos indivíduos com deficiência. Deodato Guerreiro defendeu que “o espelho de um país ou de um povo traduz-se no conjunto das suas sensibilidades e na intercompreensão da diversidade humana”.

Por seu lado, Maria Immacolata Vassalo de Lopes, da Universidade de São Paulo, apresentou o tema “A Telenovela como ‘Narrativa da Nação’ - Notas para uma Experiência Metodológica em Comunidade Virtual”, baseado em investigação sobre a ficção televisiva, direccionada para as representações e construções das identidades culturais.

Utilizando um estudo que deu especial atenção à persona, “um dos arquétipos básicos que compõe a psique humana”, Susi Berbel Monteiro, da Universidade de Sotrocada, aprofundou a análise sobre os impactos da Indústria Cultural e dos Meios de Comunicação de Massa.

“Reflexões sobre a prática comunicacional em rede” foi o tema trabalhado por Xenya de Aguiar Bucchioni, da Universidade Estadual Paulista, que expôs a problemática das concepções teóricas que valorizam os aspectos técnicos das novas tecnologias de informação e comunicação. Referindo autores como Wolton e Mattelart, lembrou a “necessidade de se pensar nos aspectos sociais e culturais envolvidos na comunicação e no uso da informação na época da Internet”.

Por último, Zara Pinto-Coelho, da Universidade do Minho (UM), apresentou o tema “Pensando as campanhas de prevenção do VIH/SIDA: uma proposta de investigação”. A investigadora analisou o caso das campanhas públicas portuguesas de prevenção da SIDA. O estudo foi realizado em co-autoria com Helena Pires, Silvana Ribeiro da Silva, Emília Fernandes e Pedro Ribeiro da Silva, também da UM.

[AFC e SV]

publicado por sopcom2009 às 21:58
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Dois exemplos do dinamismo SOPCOM

A redacção deixa-vos com duas reportagens do Congresso SOPCOM. Cada uma delas cobre uma temática diferente, que vos convidamos a descobrir.

 

A primeira reportagem vídeo diz respeito à tarde do dia 16, e a segunda à manhã do dia 17.

 

 

 

 

publicado por sopcom2009 às 21:54
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Perigos da Globalização

Nico Carpentier, membro do Conselho Executivo da ECREA (European Communication Research and Education Association) e co-director da unidade de investigação Centrum voor Mediasociologie (CEMESCO) da Universidade Livre de Bruxelas (VUB), debateu o tema “Práticas Académicas Globais e Translocais como Contrapeso às Ideologias Europeanizantes”, em sessão plenária de dia 16, no SOPCOM.

De acordo com o investigador, a progressiva europeanização da investigação em Ciências da Comunicação, motivada pela extensiva e cada vez mais frequente cooperação entre investigadores dos vários países da Europa, fundou uma nova partilha de paradigmas e ideias. Nico Carpentier alertou, no entanto, para o facto de os problemas colocados pela globalização não poderem ser esquecidos.

A uniformização reduz a diversidade, defendeu. E apontou três razões principais que contribuem para a redução da multiplicidade. Em primeiro lugar, o facto de se privilegiar investigações de larga escala, em detrimento dos interesses particulares dos investigadores. Por outro, o domínio da investigação institucional e a aproximação das universidades aos modelos empresariais. Por último, o domínio da língua inglesa que, explicou, faz “desaparecer conceitos”, por falta de uso das outras línguas.

[EH e RJ]

publicado por sopcom2009 às 21:53
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Viagem pelos media e pela cidadania

A diversidade de opiniões e a riqueza temática marcaram a Mesa-Redonda «Media e Cidadania» do SOPCOM, moderada por José Luís Garcia, do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa.

Moisés de Lemos Martins, Presidente do SOPCOM, associou “o actual funcionamento dos Media à crise da sociedade e à perda de soberania dos Estados Nacionais”. Ideia que reforçou, afirmando que “os Media constituem o reverso de uma sociedade apática e capitalista”.

François Heinderyckx, Catedrático em Sociologia dos Media e Comunicação Política na Université Libre de Bruxelles, preferiu fazer uma abordagem mais tecnológica, afirmando que “os políticos usam a Internet para mobilizar as pessoas em relação às suas campanhas”, uma vez que “a maioria das pessoas não se interessa pela política”. O presidente da ECREA, sublinhou que apesar da descredibilização em relação à acção política, “é importante não ignorar a legitimidade do voto, e a sua responsabilidade democrática”.

Defendendo o pluralismo nos meios de comunicação comunitários, Miquel de Moragas, director do Instituto da Comunicação da Universidade Autónoma de Barcelona, afirmou que estes meios “se distinguem dos serviços públicos convencionais”. Salientou, ainda, que “a política estatal tende a desaparecer dos critérios da política actual das televisões comunitárias”.

Annabelle Sreberny, presidente do IAMCR (International Association for Media and Communication Research), fez a audiência viajar até aos paradoxos da cultura islâmica. Em relação ao Irão, considerou que “a política cara-a-cara é extremamente difícil, por isso migrou para a Internet, nomeadamente para os movimentos estudantis, femininistas e organizações sindicais”.

[IF e PR]

publicado por sopcom2009 às 21:35
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Ficha Técnica



Edição e Coordenação
Carla Rodrigues Cardoso
Daniel dos Santos Cardoso

 


Redacção e Fotografia das temáticas
Ana Filipa Cordeiro
Chrystian Lima
Edi Hernandez
Irina Freitas
Paulo Rosa
Rui Joaquim
Silvana Veiga

 


Coordenação Vídeo
Sara Pina

 


Grafismo
Timóteo Rodrigues

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