Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Novas formas de Comunidade

O Auditório Agostinho da Silva foi palco da quinta sessão sobre “Comunicação Audiovisual e Multimédia” do VI Sopcom, em que Sara Henriques e Carlos Poupa, da Universidade Lusófona, apresentaram o projecto Mediacult, centrado no estudo das comunidades online. A temática coordenada por Óscar Mealha teve igualmente as participações de Kárita Francisco, da Universidade Nova de Lisboa, Ricardo Nunes, do IPS, Teresa de la Hera, da Universidade de Compustela e Dolors Sampio, da Universidade de Valência.

 



Sara Henriques, que pertence ao Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT) da Universidade Lusófona, fez uma abordagem inicial do estudo, expressando o objectivo de tentar “compreender o potencial da Internet para gerar comunidades”, bem como de perceber de que forma “o uso de novas ferramentas pode conduzir ao aumento de capital social” destas comunidades virtuais.

Carlos Poupa falou de algumas das definições tradicionais de comunidade, defendendo o conceito em que “comunidade é o conjunto de actividades a que se propõe realizar”. Desmistificando a ideia de nos focarmos na tecnologia para definir uma comunidade, trazendo para o centro da análise o conceito de actividade.

Ricardo Nunes, actualmente a desenvolver um estudo sobre as plataformas online da RTP e TVE, deu especial destaque ao não cumprimento “de um serviço público de Internet orientado para a cidadania” de ambos os operadores, e, referindo-se ao sítio da RTP criticou a “ausência de uma marca cultural identitária do país”.

Sobre o uso dos telemóveis por crianças, Kárita Francisco referiu que “na vida quotidiana das famílias o telemóvel constitui uma linha de segurança entre a criança e os pais”.

Teresa de La Hera nomeou as características muito próprias dos videojogos publicitários, considerando que “se dermos muita liberdade ao jogador, perdemos o controlo do objectivo que ambicionámos na campanha publicitária.

Dolors Sampio fez algumas comparações entre a reportagem tradicional e a reportagem multimédia, sendo que acredita que “o uso de recursos multimédia, hipertextuais e interactivos” são as principais marcas do segundo género.

[PR]

publicado por sopcom2009 às 22:19
link do post | comentar | favorito

Ficha Técnica



Edição e Coordenação
Carla Rodrigues Cardoso
Daniel dos Santos Cardoso

 


Redacção e Fotografia das temáticas
Ana Filipa Cordeiro
Chrystian Lima
Edi Hernandez
Irina Freitas
Paulo Rosa
Rui Joaquim
Silvana Veiga

 


Coordenação Vídeo
Sara Pina

 


Grafismo
Timóteo Rodrigues

.Pesquisar

 

.Abril 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.Posts recentes

. “Não existem opiniões anó...

. Direitos a quem respeita...

. Made in Lusófona

. Ciência Forense ou “Super...

. Para uma Superação dos Me...

. Novas formas de Comunida...

. Compreender a diversidade...

. Dois exemplos do dinamism...

. Perigos da Globalização

. Viagem pelos media e pela...

.Arquivos

. Abril 2009

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

.Subscrever feeds