Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Novas Tecnologias Aproximam Professores e Alunos

Adilson Odair Citeil, da Universidade de São Paulo, abriu a sessão temática “Comunicação na Educação” com uma análise da formação dos jovens docentes. “Nos últimos 10 anos a realidade tecnológica revolucionou a imagem do professor”, afirmou. Para Odair Citeil, as novas tecnologias aproximaram os professores dos alunos.

José Artur Campo Júnior, da Faculdades Unidas do Norte de Minas Gerais, explorou a “Educomunicação: A emergência de um campo”. A sua teoria reflecte duas formas de educação através dos meios de comunicação: o agir pedagógico e o agir comunicativo.

Na última intervenção, Patrícia Ignácio, do Instituto Superior de Economia e Administração, abordou a temática da influência da televisão nas crianças brasileiras, sublinhando “a busca em querer ser o que a televisão mostra”. A investigadora colocou várias questões sobre as possíveis consequências de as crianças quererem ser adultas antes do tempo, exemplificando com o uso de cremes e tintas para o cabelo por raparigas.

 
[RJ]

publicado por sopcom2009 às 21:50
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Mais detalhes sobre a manhã LUSOCOM

Uma terceira peça que reporta os eventos do primeiro dia do Congresso LUSOCOM.

 

 

 

publicado por sopcom2009 às 21:50
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Oficina de Jornalismo para Presos

A sessão temática “Sociologia da Educação” iniciou-se com Flora Daemon da Universidade Federal Fluminense, que focou um trabalho de investigação realizado numa prisão do Rio de Janeiro. A congressista falou sobre a sua experiência e da contra-partida que lhe foi pedida pelos presos para fazer a sua investigação: uma “oficina de jornalismo”, durante a qual fundou um jornal com os presos com penas mais pesadas.

A segunda intervenção ficou a cargo de Ada Cristina Machado Silveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A investigadora abordou a realidade da periferia brasileira comparando-a com a realidade urbana do Rio de Janeiro e São Paulo.

Tiago Monteiro, da Universidade Federal Fluminense, fechou a sessão explorando a temática da cultura portuguesa no Brasil. O catedrático brasileiro afirmou que o turismo surge como meio de difusão de Portugal, através da hegemonia portuguesa. A cultura do fado e do folclore e a melancolia são as características mais evidentes da alma portuguesa.

 
[RJ]

publicado por sopcom2009 às 21:49
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Um segundo olhar sobre a manhã LUSOCOM

Em vídeo...

 

 

 

publicado por sopcom2009 às 21:26
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Radiografia dos Silêncios do Jornalismo

 

Na primeira sessão temática sobre jornalismo, Ana Horta apresentou os principais tópicos da sua análise acerca da “Cobertura Jornalística da Regulação do Jornalismo”. A investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa analisou a cobertura de imprensa dos primeiros oito meses de 2007 para entender os discursos e as vozes reproduzidas em torno da regulação dos media.
 
 
Manuel Pinto, da Universidade do Minho, debruçou-se sobre “O Silêncio e o Silenciamento no Jornalismo”. Para o investigador, existe “silêncio como requisito para ouvir e silêncio como expressão, representação”. Defendeu ainda que o silêncio possui várias expressões e linguagens, distinguindo o silêncio vivido e o silêncio imposto numa determinada realidade compósita e intrincada.
 
Recorrendo a algumas Teorias do Jornalismo, Manuel Pinto referiu o Gatekeeping, “que condiciona o objecto de produção jornalística e afecta a relação entre o jornalismo e o público” e a teoria da Espiral do Silêncio, em que “a formação da opinião pública é condicionada pela agenda mediática e pela opinião publicada”, que “amplifica as opiniões tidas como predominantes”.
 
Para Manuel Pinto, o silêncio nos media é limitado por factores como o medo e o conformismo. “É necessário mudar essa tendência, do silêncio como segredo, e criar plataformas para a comunicação social e não apenas veículos para as elites sociais”, defendeu.
 

 

[IF]

publicado por sopcom2009 às 21:08
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A Comunicação, uma "ciência pós-moderna”

 

 

Psicanálise, Ciência Pós-Moderna ou A Telenovela como Narrativa da Nação foram algumas das temáticas discutidos na primeira sessão de Teorias da Comunicação, coordenada por Deodato Guerreiro, da Universidade Lusófona, e Maria Immacolata Vassallo de Lopes, da Universidade de São Paulo.

 

 
 
 
A co-coordenadora iniciou a sessão com “A Telenovela como ‘narrativa da nação’”. Num país com a diversidade cultural do Brasil, a Telenovela chega a todas as classes e “não precisa ser assistida, é falada entre as pessoas", ou seja, nenhuma outra forma de comunicação chega a um público tão abrangente como este. Também a exportação das telenovelas, explicou Maria Immacolata Vassallo de Lopes, leva a cultura brasileira a todo o globo.
 
Jorge Leandro Rosa, da Universidade Lusófona, discutiu os “processos imunitários na esfera mediática” enquanto Lucrécia Alessio Ferrara, da Universidade Católica de São Paulo, definiu a Comunicação como uma “ciência pós-moderna, viva, falível”.
 
Potiguara Mendes da Silveira Jr., da Universidade Federal de Juiz de Fora, recorreu à Psicanálise para afirmar que a teoria da comunicação é “dependente de uma teoria dos vínculos”, fechando a sessão com “O grande plano gnoseológico: comunicação e conhecimento”.
 
[PR]
publicado por sopcom2009 às 21:08
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Para uma Poética do Activismo na Internet

 

 

 

José Bragança de Miranda apontou as redes como “ponto de partida para uma intervenção no espaço global”. A necessidade de reavaliar o problema do activismo na internet, e de alterar as actuais visões dos activismos: político, técnico e estético, foram as ideias chave apresentadas na Conferência «Globalização e Netactivismo artístico e político».

 

 

 

 

 

 

Nas suas palavras, “não há razão para fazer desaparecer a ideia de globalização do séc. XIX”, apesar dos problemas que possam ter surgido. A evolução que nos permite hoje observar a terra na sua totalidade física é um sinal de que os meios são hoje muito maiores do que eram na “globalização cristã” ou “romana”, e de que é possível continuar este processo.

 

 

 

Bragança de Miranda alertou para o perigo de uma proximidade excessiva entre as pessoas, afirmando que “não há cultura sem haver articulação entre a proximidade e a distância”. A aproximação permitida pela evolução dos meios técnicos é positiva, mas em excesso poderá ser nociva.

 

 

 

O teórico também apontou os perigos de a função intelectual de “controlo do humano sobre a máquina” ser perdida para os meios digitais. Bragança de Miranda defendeu ainda uma “certa poética” na abordagem e articulação do activismo na internet, ao contrário do que se verifica actualmente: posições técnica, política ou esteticamente radicalizadas.

 

 

[IF/PR]

publicado por sopcom2009 às 21:05
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Reportagem da Manhã LUSOCOM

Deixamo-vos com uma reportagem de como foi a primeira manhã LUSOCOM.

 

 

 

 

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publicado por sopcom2009 às 18:06
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A Lusofonia e a Globalização

A primeira conferência da Lusocom teve como tema A Lusofonia e a Globalização. A mesa, moderada por Fernando Santos Neves, reitor da Universidade Lusófona do Porto, contou com a presença de José Marques de Melo, vice-presidente da Lusocom,  Isabel Ferin Cunha, da Universidade Católica, o escritor moçambicano Nélson Saúte e o jornalista guineense António Nhaga.

 

“A lusofonia é uma comunidade cultural sem fronteiras físicas” afirmou José Marques de Melo, sublinhando que “estão criadas as condições necessárias para o intercâmbio lusófono”. Alertou também para a utilidade de “capitalizar o legado acumulado pelos nossos pioneiros”. Apesar desta necessidade de intercâmbio cultural através das ligações lusófonas, Marques de Melo defende que “a nossa sociedade carece de valores e confiança no futuro”.

 

 

 

A professora Isabel Ferin Cunha focou os pontos fortes da lusofonia afirmando que esta “contribui para uma diversidade humana e cultural, para novas expectativas e para experiências comuns e actividades conjuntas, como na música e no cinema”. Acrescentou que a lusofonia caracteriza-se “por ser um local simbólico definido por relações de poder e por uma construção diaspórica feita de fluxos e refluxos".

 

 

Nélson Saúte falou sobre Moçambique, afirmando que “muitos moçambicanos estão à parte da ideia de globalização e que esta serviu para aumentar as desigualdades sociais no país, nomeadamente a exclusão social”.

 

Para a imprensa guineense a ideia de lusofonia ainda causa estranheza, testemunha António Nhaga. Mas o mesmo defende, no entanto, que as suas raízes são mais lusófonas do que francófonas.

 

[IF/PR]

 

publicado por sopcom2009 às 15:01
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Conferência de José Bragança de Miranda

José Bragança de Miranda está, neste momento, a falar perante a audiência do Auditório Agostinho da Silva.

 

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publicado por sopcom2009 às 13:05
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Xosé Soengas lê comunicação de Margarita Ledo

Um problema de saúde impossibilitou Margarita Ledo, presidente do LUSOCOM, de proferir a conferência inaugural dos congressos. No seu lugar, Xosé Soengas, também professor na Universidade de Santiago de Compostela, leu o texto redigido por Margarita Ledo intitulado “O(s) sentido(s) da relación Galiza-Países Lusófonos”.

publicado por sopcom2009 às 11:35
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As primeiras palavras

Mário Caneva Moutinho, reitor da Universidade Lusófona, deu as boas vindas a todos na sessão de abertura dos VIII LUSOCOM /VI SOPCOM /IV Ibérico. Moisés Lemos Martins, Presidente da SOPCOM, manifestou o seu contentamento pela realização conjunta dos três congressos, mas alertou para a crise vivida nas Ciências da Comunicação com a aposta continuada nas “ciências operativas” e o esquecimento das Ciências Sociais.

Por seu lado, o vice-presidente do LUSOCOM, José Marques de Melo, anunciou o seu empenho em passar do sonho à realidade e tornar o LUSOCOM um verdadeiro espaço lusófono de debate das Ciências da Comunicação, procurando uma maior participação de docentes e investigadores dos PALOP.

Esta posição foi reiterada por Manuel José Damásio, em representação da Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação (ECATI), entidade organizadora dos congressos e lembrou a realização em 1997, também na Lusófona, do congresso fundador do LUSOCOM. Cláudia Álvares, coordenadora da comissão organizadora agradeceu a todos os envolvidos e sublinhou a “oportunidade ímpar” que a realização dos congressos significa para quem investiga as Ciências da Comunicação.



 

publicado por sopcom2009 às 11:32
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Abertura dos Congressos - fotos

 

 

 

publicado por sopcom2009 às 10:51
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Abertura dos Congressos

A Abertura dos  Congressos 8ºLUSOCOM/6ºSOPCOM/4ºIBÉRICO está a decorrer neste momento.

 

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publicado por sopcom2009 às 09:23
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Inscrição e Acreditação

Um novo dia, e os trabalhos já começaram.

 

Desde as 9h da manhã que o processo de registo e acreditação dos participantes se iniciou, e todos os participantes são bem-vindos a tratar das questões burocráticas o mais depressa possível, para em boa hora começarmos esta verdadeira tournée académica!

 

[DSC]

publicado por sopcom2009 às 09:00
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Ficha Técnica



Edição e Coordenação
Carla Rodrigues Cardoso
Daniel dos Santos Cardoso

 


Redacção e Fotografia das temáticas
Ana Filipa Cordeiro
Chrystian Lima
Edi Hernandez
Irina Freitas
Paulo Rosa
Rui Joaquim
Silvana Veiga

 


Coordenação Vídeo
Sara Pina

 


Grafismo
Timóteo Rodrigues

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